Rio de Janeiro – A Polícia Militar do Rio de Janeiro divulgou hoje (29) que 14.742 homens vão fazer a segurança da cidade na festa de Reveillon. Haverá 13 pontos de evento, entre eles Copacabana, Barra da Tijuca, Penha e Piscinão de Ramos.
Só para Copacabana, que espera receber cerca de 2 milhões de pessoas, a PM vai deslocar 1.708 homens, 40% a mais que no ano passado. O esquema de fim de ano da orla vai contar também com 18 torres de observação, 64 viaturas e 21 bloqueios no trânsito.
O coronel Rogério Leitão, relações públicas da PM, disse que o Piscinão de Ramos também vai receber um policiamento reforçado.
“No Piscinão, nós teremos 305 homens para garantir a segurança para a população da Leopoldina e das outras pessoas que vão se deslocar até a festa. A gente clama para que a população aproveite sem excessos, para que todos possam se divertir e voltar para suas casas tranqüilamente. Durante o Reveillon, as maiores ocorrências são desentendimentos entre as pessoas e acidentes de trânsito sem vítimas”, disse.
Além dos pontos de eventos, a Polícia Militar irá deslocar homens para locais de grande movimento como Aterro do Flamengo, Lagoa Rodrigo de Freitas e Rodoviária Novo Rio.
A PM vai ocupar, ainda, durante a festa do ano novo, quatro morros da Zona Sul: Tabajara, Chapéu Mangueira, Cabritos e Babilônia.
Neste ano, Ipanema e Aterro do Flamengo não terão festa de Reveillon, já que a PM alegou não ter condições de garantir a segurança das duas áreas.
Dentro do esquema de segurança para o ano novo, a prefeitura do Rio divulgou que 1.880 guardas vão atuar na cidade, nos dias 31 dezembro e 1º de janeiro. O maior efetivo será para Copacabana com 450 guardas. Já o Corpo de Bombeiros vai colocar de prontidão para a festa cerca de 3 mil homens e 164 ambulâncias. Fonte: Agência Brasil
0 comments
Leia também:
- Banco Mundial aprova empréstimo de US$ 235 milhões para investimentos no SUS
- Novo salário mínimo tem aumento real de 6,39%, o maior desde 2006
- Lula diz que "deus mercado" quebrou por falta de controle
- Chuvas deixam vítimas no Rio Grande do Sul e em Minas Gerais
- Efeito mais forte da crise vai atingir empresas menores ainda neste semestre, diz CNI
- Seca prejudica agricultura de países do Cone Sul
- Copa de 2014 terá doze cidades-sede, afirma presidente da Fifa
- Restrições à importação de produtos já provocam prejuízo ao setor de eletroeletrônicos
- Sobe para 166 o número de municípios afetados pela chuva em Minas Gerais
- Serra recebe presidente da Fifa e diz que seria uma honra abrigar abertura da Copa de 2014
